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Unicamp cria modelo capaz de flagrar deepfakes inéditos

26 de June de 2026 5 leituras
Unicamp cria modelo capaz de flagrar deepfakes inéditos

Uma equipe da Unicamp apresentou um modelo de detecção de deepfakes com um diferencial importante: ele não depende apenas de exemplos já conhecidos de manipulação. A proposta é reconhecer sinais sutis que aparecem tanto em imagens autênticas quanto em conteúdos adulterados, ampliando a capacidade de identificar vídeos falsos inéditos.

Na prática, isso significa que o sistema foi pensado para enfrentar um dos principais desafios da área: a rápida evolução das técnicas usadas para fabricar falsificações cada vez mais convincentes. Em vez de ficar limitado a padrões específicos de um tipo de ataque, o modelo busca características mais gerais que ajudam a distinguir o que é real do que foi sinteticamente alterado.

Esse avanço é relevante num cenário em que deepfakes já são usados para espalhar desinformação, manipular reputações e confundir o público em redes sociais e aplicativos de mensagem. Quanto mais sofisticadas as ferramentas de geração de vídeo, maior a necessidade de métodos de defesa que acompanhem essa corrida tecnológica.

Embora ainda caiba verificar como a solução se comporta em larga escala e em diferentes contextos, a pesquisa aponta para uma direção promissora: detectar fraudes digitais não só pelo que já se conhece, mas também pela capacidade de generalizar para ameaças novas. Em um ambiente informacional cada vez mais vulnerável a falsificações, esse tipo de abordagem pode se tornar essencial.

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Matéria produzida com curadoria editorial assistida por IA, a partir de pauta de super.abril.com.br.
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